Central de AtendimentoHorário de Funcionamento:
Segunda à Sexta-Feira
9:00 às 18:00 h
Tel/Fax:
(41) 3079-8508
DepoimentosExiste grande carência de formação nessa área, há espaço para todos os que desejam trabalhar com seriedade. Agradeço o carinho e a atenção e lhes desejo os melhores frutos. Grande abraço. Andrea Filatro - Autora do Livro Design Instrucional na Prática
Eu continuarei em função do aprendizado na UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina, eles desenvolvem projetos de EaD, então poderei continuar no aprendizado e aperfeiçoamento adquiridos no IBDIN. Vou à procura, gostei de desenvolver o curso, gostei de todas as etapas, agora é só estudar e aprofundar. E como diz nossa tutora (Av@nte)! Sempre!!! Como disse antes, para uma pessoa totalmente leiga, como eu entrei no curso, acredito que ajudaria se houvesse mais passo a passo nas fases de desenvolvimento da etapas do curso, alguma dificuldade que senti, solicitei mais um passo a passo detalhado, e consegui fazer (exemplo para indexar o Avatar) conseguia fazer, mas não transformava em HTML... Depois dos detalhes da explicação, consegui. De uma forma geral, o curso é muito bem explicado e apresentado aos alunos. Superou sim as minhas expectativas. Obrigada! Analú Massing - UFSC Esse é um curso que vale o preço. Foi o único curso que me ofereceu bagagem prática para exercer a função de DI. Já participei de diversos cursos livres relacionados à EAD e DI porém o IBDIN superou no quesito de atuação na prática. Inclusive fui empregada durante o percurso didático enquanto elaborava meu projeto de curso. Muito obrigada à todos Thayse B. B.
Esse é um curso de aplicação imediata e com feedback imediato por parte da tutoria. Excelente diferencial para cursos online! Trabalho coordenando uma equipe que desenvolve treinamentos a distância e o curso possibilitou que eu tivesse um conhecimento maior das atividades desenvolvidas por eles. O curso é muito adequado e estou totalmente satisfeita. Francilene Matos Victorio
Com certeza este curso terá aplicabilidade, até então meu nível de conhecimento referente ao desenho instrucional de um curso era básico, com o curso vou poder aplicar na prática e saber até onde posso chegar, de que forma dispôr as informações, planejar um curso de uma forma organizada através do modelo ADDIE e ter métodos de avaliação eficazes para mensurar os resultados e como medir o retorno de um curso a distância. Os pontos fortes: Planejamento, organização, avaliação e controle doss resultados e prazos. Adilson Genaro
É com grande satisfação agradeço imensamente todo o apoio e ajuda que vocês me deram, aqueles que fizeram trabalhos comigo, aqueles que responderam no chat algumas dúvidas que eu tinha e à tutoria que nos apontou todos os caminhos que pudemos tomar. Recebi uma proposta de emprego na sexta-feira para trabalhar como DI e estou muito feliz. Começarei daqui 1 semana e espero poder aplicar todo o aprendizado que tivemos aqui e também espero aprender muito mais!!! Obrigada e tenham muita sorte em suas jornadas profissionais! Abraços Priscila Mei Ly Fu
O curso foi gratificante, pelo aprendizado obtido, pela interação com todos vocês, pelas intervenções precisas e amistosas da tutoria. Agradeço a todos esse convívio e o aprendizado conjunto. Desejo a todos sucesso na vida profissional e pessoal. Embora os chats não sejam obrigatórios, são momentos de interação, esclarecimento de dúvidas e para trabalhar a motivação do aluno, principalmente fazendo-se um nivelamento de conhecimentos. A simpatia, a disponibilidade - expressa na colocação de diversos meios para contato - foi gratificante para mim e , pelo que percebi, para todos da turma. As respostas sempre foram dadas com conteúdo, orientando e enriquecendo o aprendizado. Paulo Carvalho
Eu gostaria de agradecer a vocês pelo curso. Sexta passada foi o teste numa conceituada empresa de SP que é credenciada pela Microsoft no Brasil para EAD e foi muito interessante houve uma etapa que era assim: em 1 hora havia um material, livro sobre economia doméstica e nós tinhamos que montar um curso na verdade era pra fazer 5 slides sem roteiro, apenas montar e eu consegui achar uma solução educacional para proposta, com as considerações de linguagem que eles pediram e em 1 hora eu até consegui montar um mini curso mesmo que eu não entre na MStech, foi uma forma de ver o quanto você contribuiu com seu trabalho por isso eu queria agradecer... Renan Milanez
Eu recomendo o trabalho do IBDIN que nos ajudou à implementar o Curso Online de Comissário de Bordo do CEAB - Escola de Aviação que antes era oferecido de forma presencial. Salmeron Cardozo - Proprietário CEAB leia mais » |
EAD Inclusiva - Chat com Frederick Van AmstelDesign de Interfaces e Interação para Acessibilidade Web.
Valéria: Vamos dar início ao nosso chat, hoje com a presença de Frederick van Amstel é cofundador do Instituto Faber-Ludens de Design de Interação, editor do blog Usabilidoido e professor convidado do Curso de Design da Unisul. Mestre em Tecnologia pela UTFPR e Bacharel Frederick: Oláà todos, eu trabalho como pesquisador e professor na área de design de interação o objetivo dessa área é tornar a tecnologia mais fácil de usar: mais acessível e principalmente mais agradável aos sentidos. Valéria: Sim, você busca uma tecnologia universal? Frederick: Nem sempre a tecnologia pode ser universal na maioria dos casos a gente trabalha mais com a adaptação de tecnologias universais para contextos específicos.A interação. Frederick: A maior demanda por design de interação hoje são em websites com muitas páginas. Vinicius: qual é a diferença para o design educacional? Frederick: É mais similar do que diferente. Enquanto o design educacional está focado em educação, a gente trabalha em diferentes áreas. Mas os métodos são praticamente os mesmos e o mais importante para garantir a acessibilidade é permitir a flexibilidade de acesso por diferentes plataformas um website que deve poder ser acessado de qualquer navegador em qualquer dispositivo, seja um computador ou um smartphone. Para isso existe uma série de padrões a serem seguidos, os chamados webstandards para quem tiver uma necessidade especial não terá problemas pois poderá usar formas alternativas de acesso ao conteúdo, como por exemplo aumentar a fonte do website. Valéria: Sim, e essa deve ser a preocupação atual de todos os designers, visto que na atualidade a exclusão é desnecessária, pelas variações de adaptações existentes. No meu ponto de vista todos os designers devem se preocupar com a acessibilidade, principalmente de pessoas com necessidades especiais, o que você nos tem falar nesse aspecto? Frederick: Digo que essa é a responsabilidade social do designer. Ele pode criar ou derrubar barreiras. a acessibilidade de um produto ou serviço pode mudar a vida de uma pessoa com necessidades especiais. : imagine quantas coisas à gente faz à distância pela internet um deficiente pode fazer todas essas coisas sem depender de ajuda desde que haja acessibilidade. Vinicius: Quando que a preocupação com a acessibilidade deve começar? Valéria: Essa preocupação inicia-se no momento em que vc pensa em criar seu website. Vinicius: Mas a acessibilidade não é apenas focada em pessoas com necessidades especiais, certo? Qual seria a outra vertente? Valéria: Tornar um site acessível é buscar uma perfeita interação entre o usuário da web, seja ele qual for, trazendo usabilidade, interatividade em qualquer mecanismo, desde um micro a um smartphone. Seu objetivo deve ser torná-lo acesível a todos, o que vc nos diz Frederick? Frederick: A primeira questão dos padrões é separar conteúdo, apresentação e comportamento. HTML, CSS e Javascript no caso de websites. Assim é possível mudar um sem mexer no outro. Você pode mudar a apresentação aumentando as fontes do texto sem mexer no conteúdo. a segunda questão é que toda informação que não seja texto deve ter uma alternativa em texto para que, por exemplo, um cego possa ler. Valéria: Deve ser perceptível, operacional e compreensível ao usuário. O maior problema encontrado pelos usuários cegos é falta de texto nas figuras. Eles encontram a figura, porém os softwares não conseguem traduzir. Frederick: Se a imagem for colocada com um texto de título junta, eles podem compreender o que tem ali. pior quando uma imagem é usada como opção de menu. Aí eles nem conseguem saber o que tem nas páginas. Lílian: No caso anterior, seria interessante tentar traduzir as imagens em sons? Para que a descrição não ficasse "chata"? Frederick: Não é necessário. Os cegos já dispõem de um leitor de textos que sintetiza tudo o que estiver escrito com uma voz robótica. É meio chato, mas é bem prático. Eles costumam colocar em velocidades tão rápidas q uma pessoa não acostumada não entende nada. Assim eles compensam a falta de visão. Vinicius: como que você inicia um trabalho para atingir maior abrangência de acessibilidade? Frederick: O primeiro passo é identificar onde poderia haver barreiras no seu projeto: o que poderia dificultar o acesso. Vinicius: Você já utilizou ou está planejando utilizar a tecnologia de realidade aumentada em algum projeto? Ela pode ser aplicada nesse contexto? Frederick: A realidade aumentada vai %u201Cbombar%u201D quando ficar simples de usar no celular ou com óculos especiais. Valéria: No meu curso apresento aos alunos as principais formas de tecnologias assistivas, as adaptações, os softwares de acesso, a importâncias da usabilidade na acessibilidade, enfim tudo que o designer precisa saber para produzir uma interface acessível. Que mensagem você deixaria aos designers que pretendem seguir essa linha de aprendizagem? Frederick: Que encontrem com pessoas deficientes pessoalmente. Que tentem fazer coisas junto com elas. Isso vai criar um senso de compreensão muito maior da situação deles. Desenvolve a sensibilidade da empatia. Vinicius: Você se baseia em algum levantamento, estatística ou amostra para aplicar o design interativo? Frederick: Eu uso entrevistas, testes de usabilidade, observações em campo. Vinicius: E chega a não se preocupar com algum grupo? Frederick: Eu não acredito ser possível agradar a todos, portanto a gente foca em quem está mais interessado no que vai ser oferecido. Valéria: Estamos chegando ao fim de nosso chat, em alguns minutos iremos encerrar. Algo mais que você gostaria de acrescentar na nossa interação de hoje, Frederick? Frederick: Eu não acredito ser possível agradar a todos, portanto a gente foca em quem está mais interessado no que vai ser oferecido. Acredito que o design universal é um ideal que vale à pena todo designer ter em vista no momento de escolher recursos e oferecer conteúdos mesmo que não consiga implementar 100%, ainda é válido Valéria: Sim, Frederick. Esse é o foco do curso de EAD Inclusiva oferecido pelo IBDIN. Vinicius: Ok... Muito obrigado pelos esclarecimentos! Frederick: Parabéns à todos por fazer um curso com tal nobre objetivo. Valéria: Um designer Universal. Pois é possível sim, uma ead efetivamente inclusiva, temos tecnologias acessíveis a isso. Chat ocorrido em 20 de julho de 2010 com alunos do IBDIN junto à prof Valéria e o Prof. Frederick Van Amstel. Todos os direitos reservados ao IBDIN. Cópia indicação favor citar fonte: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional IBDIN.
« Voltar para o Arquivo de Notícias |