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Depoimentos

Existe grande carência de formação nessa área, há espaço para todos os que desejam trabalhar com seriedade. Agradeço o carinho e a atenção e lhes desejo os melhores frutos. Grande abraço. Andrea Filatro - Autora do Livro Design Instrucional na Prática

 

  Eu continuarei em função do aprendizado na UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina, eles desenvolvem projetos de EaD, então poderei continuar no aprendizado e aperfeiçoamento adquiridos no IBDIN. Vou à procura, gostei de desenvolver o curso, gostei de todas as etapas, agora é só estudar e aprofundar. E como diz nossa tutora (Av@nte)! Sempre!!! Como disse antes, para uma pessoa totalmente leiga, como eu entrei no curso, acredito que ajudaria se houvesse mais passo a passo nas fases de desenvolvimento da etapas do curso, alguma dificuldade que senti, solicitei mais um passo a passo detalhado, e consegui fazer (exemplo para indexar o Avatar) conseguia fazer, mas não transformava em HTML... Depois dos detalhes da explicação, consegui. De uma forma geral, o curso é muito bem explicado e apresentado aos alunos. Superou sim as minhas expectativas. Obrigada! Analú Massing - UFSC

 

  Esse é um curso que vale o preço. Foi o único curso que me ofereceu bagagem prática para exercer a função de DI. Já participei de diversos cursos livres relacionados à EAD e DI porém o IBDIN superou no quesito de atuação na prática. Inclusive fui empregada durante o percurso didático enquanto elaborava meu projeto de curso. Muito obrigada à todos Thayse B. B.

 

Esse é um curso de aplicação imediata e com feedback imediato por parte da tutoria. Excelente diferencial para cursos online! Trabalho coordenando uma equipe que desenvolve treinamentos a distância e o curso possibilitou que eu tivesse um conhecimento maior das atividades desenvolvidas por eles. O curso é muito adequado e estou totalmente satisfeita. Francilene Matos Victorio

 

Com certeza este curso terá aplicabilidade, até então meu nível de conhecimento referente ao desenho instrucional de um curso era básico, com o curso vou poder aplicar na prática e saber até onde posso chegar, de que forma dispôr as informações, planejar um curso de uma forma organizada através do modelo ADDIE e ter métodos de avaliação eficazes para mensurar os resultados e como medir o retorno de um curso a distância. Os pontos fortes: Planejamento, organização, avaliação e controle doss resultados e prazos. Adilson Genaro

 

 

 É com grande satisfação agradeço imensamente todo o apoio e ajuda que vocês me deram, aqueles que fizeram trabalhos comigo, aqueles que responderam no chat algumas dúvidas que eu tinha e à tutoria que nos apontou todos os caminhos que pudemos tomar. Recebi uma proposta de emprego na sexta-feira para trabalhar como DI e estou muito feliz. Começarei daqui 1 semana e espero poder aplicar todo o aprendizado que tivemos aqui e também espero aprender muito mais!!! Obrigada e tenham muita sorte em suas jornadas profissionais! Abraços Priscila Mei Ly Fu

 

O curso foi gratificante, pelo aprendizado obtido, pela interação com todos vocês, pelas intervenções precisas e amistosas da tutoria. Agradeço a todos esse convívio e o aprendizado conjunto. Desejo a todos sucesso na vida profissional e pessoal. Embora os chats não sejam obrigatórios, são momentos de interação, esclarecimento de dúvidas e para trabalhar a motivação do aluno, principalmente fazendo-se um nivelamento de conhecimentos. A simpatia, a disponibilidade - expressa na colocação de diversos meios para contato - foi gratificante para mim e , pelo que percebi, para todos da turma. As respostas sempre foram dadas com conteúdo, orientando e enriquecendo o aprendizado. Paulo Carvalho

 

 

 

 Eu gostaria de agradecer a vocês pelo curso. Sexta passada foi o teste numa conceituada empresa de SP que é credenciada pela Microsoft no Brasil para EAD e foi muito interessante houve uma etapa que era assim: em 1 hora havia um material, livro sobre economia doméstica e nós tinhamos que montar um curso na verdade era pra fazer 5 slides sem roteiro, apenas montar e eu consegui achar uma solução educacional para proposta, com as considerações de linguagem que eles pediram e em 1 hora eu até consegui montar um mini curso mesmo que eu não entre na MStech, foi uma forma de ver o quanto você contribuiu com seu trabalho por isso eu queria agradecer... Renan Milanez

  

Eu recomendo o trabalho do IBDIN que nos ajudou à implementar o Curso Online de Comissário de Bordo do CEAB - Escola de Aviação que antes era oferecido de forma presencial.  Salmeron Cardozo - Proprietário CEAB

 

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Empresas do país devem investir em ciência

> Folha de São Paulo, 25/01/2012 - São Paulo SP

Em entrevista à Folha, novo ministro da ciência reforça papel das parcerias com setor privado
SABINE RIGHETTI ENVIADO ESPECIAL A BRASÍLIA
O físico Marco Antonio Raupp assumiu ontem o MCTI (Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação) e já elegeu como prioridade o estímulo da ciência por meio de parcerias com empresas. Temos exemplos de sucesso na ciência brasileira. Precisamos parar de reclamar de falta de recursos e nos espelhar neles, disse. Para o físico, que deve seguir a linha de seu antecessor, Aloizio Mercadante, a ciência que dá certo no país está nos setores de petróleo, agricultura e aviação, em que as pesquisas são feitas com a colaboração entre universidades e grandes empresas. Em entrevista exclusiva à Folha, Raupp afirmou que quer reformular o programa espacial brasileiro. A ideia é que AEB (Agência Espacial Brasileira) e Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), duas instituições que Raupp já comandou, parem de concorrer entre si.
Folha - Qual será o maior desafio da sua gestão?
Marco Antonio Raupp - É estabelecer uma parceria com o setor produtivo para dar consistência à pesquisa tecnológica no país.

Mas poucas empresas fazem ciência no Brasil.

Temos exemplos de empresas que fazem pesquisa de ponta. O sistema de pesquisa e inovação da Petrobras levou à superação de questões importantes na produção de petróleo. Importávamos petróleo e, hoje, somos exportadores. Também temos o bom exemplo da Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária]. Hoje, produzimos no Centro-Oeste, que até há pouco tempo não tinha nada. Isso sem falar na Embraer [Empresa Brasileira de Aeronáutica]. Temos de seguir esses exemplos. Há propostas que quero implementar para isso.

Quais propostas?

A Embrapii [Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial], que o [Aloizio] Mercadante deixa para eu implementar. O que a Embrapa fez para a agricultura a Embrapii tem de fazer para a indústria. Nesse momento em que as exportações estão caindo, isso é vital. As empresas têm de investir também. Precisamos criar condições para que elas vejam que poderão ter benefício econômico a partir de pesquisa. Esse é um grande desafio para o plano plurianual que vou desenhar para os anos de 2012 a 2015.

Falta pesquisador no Brasil?

Sim. Nossa pós-graduação se concentrou em formar pessoas para as próprias universidades. Agora, precisamos de gente para trabalhar nas empresas e nas instituições governamentais. Temos uma brutal necessidade de engenheiros. É preciso formá-los e trazer gente de fora. O programa Ciência sem Fronteiras possibilita justamente isso.

Embrapii e Ciência sem Fronteiras são projetos da gestão de Mercadante. Seu governo será de continuidade?

É o mesmo governo. Não vou reinventar a roda. Minha missão é acelerar a roda.


Há grandes projetos aprovados ainda sem recursos, como o reator multipropósito do Ipen (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares), o novo anel de luz síncrotron e a parceria com o ESO (Observatório Europeu do Sul). Qual será a sua prioridade?

Esses projetos são importantes para a ciência brasileira. É preciso viabilizá-los mesmo que tenhamos de distribuir o orçamento em vários anos. E há outros, como o programa espacial.

O programa espacial será o foco da sua gestão?

Sempre foi prioridade, mas existem muitos problemas. Sempre fui crítico à maneira como o sistema espacial está articulado, com duas instituições concorrendo entre si: a AEB e o Inpe. No ministério, olharei para essa questão.

Inpe e AEB serão unificados?

Não, a ideia é manter as instituições de maneira que AEB e Inpe não concorram entre si. Não podemos misturar política espacial com fazer satélite. Mas Inpe e AEB têm de atuar juntas. O governo não quer as duas trabalhando separadamente porque isso é perder dinheiro.

O Inpe tem sofrido para contratar pessoas após a aposentadoria de funcionários. Como resolver essa questão?

Temos de ter um aparato legal para conseguir contratar de maneira mais flexível. Mas me pergunto se é o Estado que deve contratar todas as pessoas para fazer pesquisa no país. É evidente que não. Por isso insisto nas parcerias com o setor privado.


As parcerias com o setor produtivo são a sua estratégia para aumentar os recursos para ciência?

Hoje temos 1,1% do PIB em ciência. A meta para 2010 era 1,5%... Não adianta a gente ficar falando que precisa de mais recursos para fazer um projeto se não justificamos a proposta. E precisamos buscar o dinheiro. Não podemos ficar parados esperando alguma coisa acontecer.


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